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Um Lugar Silencioso: Parte II

Depois da morte do marido, a mãe sai com os três filhos da fazenda incendiada: um relato detalhado do enredo completo de Um Lugar Silencioso: Parte II, do jogo de beisebol no primeiro dia da invasão, do abrigo à prova de som sob a siderúrgica e da emboscada no cais até o sinal de alta frequência na torre de rádio e o final (com spoilers).

Título

Um Lugar Silencioso: Parte II

A Quiet Place Part II

Também conhecido como: Um Lugar Silencioso 2 (Portugal)

Ano / Duração

2021 · 97 minutos

Gênero

Ficção científica / Suspense / Terror

Direção

John Krasinski

Roteiro

John Krasinski (personagens criados por Scott Beck e Bryan Woods)

Avaliação

Elenco

Emily Blunt (como Evelyn Abbott), Cillian Murphy (como Emmett), Millicent Simmonds (como Regan Abbott), Noah Jupe (como Marcus Abbott), Djimon Hounsou (como o homem da ilha), John Krasinski (como Lee Abbott), Scoot McNairy (como o homem do cais), Okieriete Onaodowan (como o policial Ronnie)

Obra original

Sequência de Um Lugar Silencioso (2018)

Prêmios

75º BAFTA: indicado a Melhor Som; 47º Prêmio Saturn: indicado a Melhor Filme de Terror; Critics' Choice Super Awards: indicado a Melhor Filme de Terror

Um Lugar Silencioso: Parte II
Um menino de capacete de rebatedor ao lado da base principal, com o receptor e o árbitro atrás Na arquibancada, uma menina de tranças e camiseta listrada olha para o céu, cercada de adultos e crianças Na rua da cidade, um grupo de moradores olha para o céu, com uma bandeira dos Estados Unidos ao fundo Um policial agachado ao lado de uma viatura capotada aponta a arma Em meio às chamas, a silhueta de uma pessoa aparece diante de uma porta em chamas Num campo cheio de mato, Regan, Marcus e Evelyn, com o bebê no colo, seguem em frente
Aviso de spoilers: O texto a seguir conta a história inteira, as reviravoltas e o final. Você pode pular pelos capítulos até a parte que quer relembrar.

Um Lugar Silencioso: Parte II é um filme de terror pós-apocalíptico escrito, dirigido e coproduzido por John Krasinski. É a sequência de Um Lugar Silencioso (2018), e a história continua logo depois do final do primeiro filme. A Paramount começou a preparar a sequência em abril de 2018, depois do sucesso de bilheteria do primeiro; em agosto daquele ano Krasinski já escrevia o roteiro, e em fevereiro de 2019 foi confirmado que ele voltaria à direção. Desde o início, a ideia dele era tornar Regan, interpretada por Millicent Simmonds, a protagonista: para ele, a personagem é o canal dos temas do primeiro filme, e a sequência precisava continuar desenvolvendo esses temas. O roteiro é creditado a Krasinski, e os personagens foram criados por Scott Beck e Bryan Woods no primeiro filme.

Emily Blunt, Millicent Simmonds, Noah Jupe e Krasinski retomam os papéis do filme anterior, e Cillian Murphy e Djimon Hounsou entram no elenco. Murphy se juntou ao projeto em março de 2019; o homem da ilha, interpretado por Hounsou, seria vivido originalmente por Brian Tyree Henry, que saiu em agosto de 2019 por conflito de agenda. As filmagens aconteceram no oeste do estado de Nova York, de junho a setembro de 2019, e terminaram em 25 de setembro. O custo ficou entre 55 e 61 milhões de dólares, mais que o triplo dos 17 milhões do primeiro filme.

A première mundial foi em Nova York, em 8 de março de 2020. A estreia na América do Norte, marcada para 20 de março, foi adiada várias vezes por mais de um ano por causa da pandemia de covid-19: primeiro para 4 de setembro de 2020, depois para 23 de abril de 2021 e para 17 de setembro de 2021, até ser antecipada para 28 de maio de 2021. O filme chegou ao Paramount+ 45 dias depois da estreia nos cinemas. A duração é de 97 minutos. A bilheteria foi de 160,1 milhões de dólares na América do Norte e 137,3 milhões nos outros mercados, cerca de 297,4 milhões no mundo todo. O filme teve o melhor fim de semana de estreia do período da pandemia (48 milhões de dólares em três dias, ou 57,5 milhões em quatro dias, contando o feriado do Memorial Day) e foi o primeiro da era da pandemia a passar de 100 milhões de dólares na América do Norte. Na crítica, tem 91% de aprovação no Rotten Tomatoes (316 resenhas, nota média 7,4), 71 pontos no Metacritic, nota A− do público no CinemaScore (acima do B+ do primeiro filme) e 7,2 no IMDb.

Uma bola de fogo sobre o campo de beisebol

Millbrook, uma cidade pequena do estado de Nova York, no primeiro dia da invasão. Lee Abbott entra na cidade de carro para comprar laranjas no mercado; o dono da loja assiste ao noticiário, que fala de uma explosão estranha na China. Lee atravessa a rua até o parque, onde a esposa, Evelyn, empurra o filho caçula, Beau, no balanço: a família inteira veio ver o jogo de beisebol infantil do filho mais velho, Marcus.

Um menino de capacete de rebatedor ao lado da base principal, com o receptor e o árbitro atrás

Lee senta na arquibancada ao lado da filha, Regan, e cumprimenta o amigo Emmett, que está sentado mais atrás com o filho caçula. O filho mais velho de Emmett rebate um home run e, quando corre para a última base, o pessoal da arquibancada e Emmett gritam para ele deslizar. Depois, Emmett pergunta a Regan como se diz “deslizar” em sinais, e ela faz o gesto em língua de sinais americana. Regan é surda, e a família toda se comunica por sinais.

Na arquibancada, uma menina de tranças e camiseta listrada olha para o céu, cercada de adultos e crianças

Marcus vai rebater e erra as duas primeiras bolas; então uma enorme bola de fogo no céu chama a atenção dele. O jogo é interrompido, e todos começam a andar até os carros e as casas. Regan segue o pai, e Evelyn leva os dois filhos.

Na rua da cidade, um grupo de moradores olha para o céu, com uma bandeira dos Estados Unidos ao fundo

Mas as criaturas alienígenas já chegaram. Elas são cegas, têm a pele blindada, velocidade e força impressionantes e uma audição extremamente aguçada, e atacam tudo que faz barulho. A rua vira um matadouro em segundos.

Um policial agachado ao lado de uma viatura capotada aponta a arma

Dia 474: a saída da fazenda incendiada

Mais de um ano se passa. As criaturas alienígenas matam a maior parte da população da Terra, e Lee e Beau já estão mortos. Regan descobre que sons de alta frequência expõem a fraqueza das criaturas, então modifica o implante coclear para emitir esse sinal por um microfone de mão.

Em meio às chamas, a silhueta de uma pessoa aparece diante de uma porta em chamas

A casa da fazenda está ao mesmo tempo pegando fogo e alagada. Antes de partir, Evelyn manda Marcus e Regan ficarem onde estão, volta escondida ao porão alagado e procura às cegas um cilindro de oxigênio. Regan, por sua vez, volta à casa para pegar o amplificador e o microfone, e corta um fio com um alicate. Mãe e filha voltam uma depois da outra, e a família segue até o fim o caminho de areia que Lee fez, depois avança pisando com cuidado nas folhas secas. O bebê recém-nascido vai dentro de uma caixa isolada acusticamente com cobertores, com o cilindro de oxigênio ligado à máscara de respiração dele, o que permite fechar a tampa.

Num campo cheio de mato, Regan, Marcus e Evelyn, com o bebê no colo, seguem em frente

A cerca de arame, a armadilha para urso e a siderúrgica

A família chega a uma cerca de arame com um buraco. Quando Evelyn passa, a bolsa dela prende e faz um pequeno ruído; ela olha para trás sem perceber que esbarrou num fio de armadilha, e uma fileira de garrafas cai com estardalhaço. Em voz baixa, ela manda os dois filhos correrem. A imagem muda então para o ponto de vista de uma mira telescópica: alguém aponta a arma para a família desde o começo. Uma criatura começa a perseguição.

Na corrida, o pé de Marcus prende numa armadilha para urso. Ele aguenta sem fazer barulho até ver o próprio pé ensanguentado e solta um grito de dor. Evelyn corre para tapar a boca dele, e Regan usa o amplificador, o microfone e o implante coclear para produzir o guincho insuportável para a criatura; enquanto ela se contorce, Evelyn atira na cabeça dela.

Evelyn levanta a espingarda e mira para a frente

A família se refugia numa siderúrgica abandonada ali perto.

Evelyn, com o bebê no colo, anda depressa ao lado de um muro de tijolos cheio de sucata

O abrigo à prova de som e Emmett

Assim que dobram uma esquina, um homem agarra Evelyn, tapa a boca dela, faz sinal para que fique em silêncio e aponta para uma criatura no teto. Ele leva a família a um abrigo metálico à prova de som no subsolo, põe uma toalha na tranca da porta para abafar o ruído e impedir que a porta trave por dentro, e aciona um cronômetro: a cada alguns minutos, abre a porta para renovar o ar.

Um homem de boné de beisebol e rosto coberto por um cachecol segura alguém por trás

Quando estão a salvo, ele diz que a família não pode ficar: não há comida nem água suficientes. Evelyn acha o rosto dele familiar e se arrisca a chamá-lo de Emmett; só então ele abaixa o cachecol e tira o boné. Ele repete que eles não podem ficar. Evelyn pergunta pelos filhos dele, e ele responde que os dois morreram no primeiro dia.

Dentro do abrigo metálico circular, Regan, Marcus e Evelyn se apertam ao lado da caixa à prova de som

Evelyn pergunta também pela esposa dele. Emmett conta que ela morreu de doença havia onze semanas: quando a dor ficou insuportável e ela começou a gritar, os dois se mudaram para o porão à prova de som desta fábrica abandonada, e ele diz que não fez o bastante. Evelyn pergunta se ele viu a fogueira que Lee acendia toda noite e se sabia que era Lee; Emmett diz que sabia. Evelyn pergunta então por que ele não foi procurá-los, já que eram amigos. Emmett responde que quem sobrou lá fora “não é gente que merece ser salva”. Regan, falando em sinais e em voz baixa, diz que ele não tem nada a ver com o pai dela.

Num ambiente na penumbra, um homem barbudo de boné de beisebol está sentado a uma mesa

A música que toca sem parar no rádio

Regan coloca os fones em Marcus, que descansa deitado, e liga o ruído branco do rádio, girando o dial frequência por frequência. De repente, Marcus ouve música e senta de um salto. Evelyn se aproxima para ouvir e se vira, chocada, para Emmett; ele diz que é só “Beyond the Sea” tocando em looping, que sempre foi só isso. Regan não acredita e diz à mãe que, se o pai tivesse ouvido, teria contado a eles. Emmett explica que no vale onde moravam não dava para captar esse sinal, e que só descobriram a música depois de se mudar para cá.

Num cômodo escuro iluminado por velas, um menino de fones de ouvido está deitado com os olhos arregalados

Regan calcula que o sinal vem de uma ilha próxima, a cerca de um dia de caminhada. À meia-noite, ela acorda Marcus, e os dois conversam dentro do abrigo. Ela quer seguir os trilhos até o mar, achar um barco até a torre de rádio e transmitir pela emissora o som de alta frequência do implante coclear, para que qualquer pessoa com um rádio possa enfrentar as criaturas. Marcus é totalmente contra e ameaça contar à mãe; Regan responde que precisa tentar, porque é isso que o pai faria. Na manhã seguinte, ela sai sozinha e deixa um bilhete no rádio: “Continuem ouvindo.”

Ao amanhecer, Evelyn descobre que Regan desapareceu e pede a Emmett que vá buscá-la. Ela diz que gostaria que Lee ainda estivesse vivo para olhar nos olhos dele e dizer que Regan é exatamente o tipo de pessoa que merece ser salva. Emmett acaba aceitando.

No caminho, Regan encontra uma estação e um trem descarrilado, do qual só a locomotiva continua nos trilhos. Os vagões estão cheios de cadáveres e ossos. Ela precisa de um kit de primeiros socorros e acha um na cabine do maquinista, mas não consegue abrir a porta; quando enfim consegue, o esqueleto do maquinista cai sobre ela, e ela grita de susto. Uma criatura chega logo em seguida, e Regan se atrapalha, segurando o implante coclear junto do microfone com uma mão e manejando a espingarda com a outra. Por sorte, Emmett chega e mata a criatura com um tiro.

Uma menina está dentro de um vagão descarrilado, com um enorme rasgo na lateral

Com medo de que o tiro atraia outras criaturas, os dois se refugiam primeiro no escritório da estação. Emmett diz que veio levá-la para casa, e Regan pergunta que casa ainda existe. Ela conta o plano a Emmett e diz que, quando a esposa dele estava morrendo, ele não pôde fazer nada, mas agora pode fazer alguma coisa. Emmett decide ajudá-la a terminar o que começou.

Debaixo de uma ponte de aço, o homem barbudo e a jovem estão lado a lado

A mãe sai para buscar remédios

No esconderijo de Emmett, Evelyn não tem escolha a não ser deixar Marcus e o bebê para buscar suprimentos: o pé de Marcus precisa de remédios, e o bebê, dentro da caixa, precisa de mais cilindros de oxigênio. Marcus está com medo e não quer que ela vá; Evelyn diz que o pé dele vai piorar e que ela não pode perdê-lo também.

Evelyn volta ao caminho de areia, seguindo a rota que a família costumava fazer até o mercado, e passa pela ponte onde Beau morreu, onde alguém montou um altar simples. Chorando, ela acaricia a foto que está ali e deixa a própria aliança de casamento sobre o topo da cruz.

Na ponte de aço, ao amanhecer, há uma fileira de carros abandonados

No esconderijo, Marcus ninha o bebê até ele dormir, sai do abrigo e examina a fábrica. O manômetro do cilindro de oxigênio do bebê já marca a zona vermelha. Ao subir, ele encontra um cômodo com as paredes cobertas de desenhos dos dois filhos de Emmett; ao puxar a cortina de um divisor, vê na cama um corpo já muito decomposto. Assustado, ele derruba algumas coisas, e o barulho atrai uma criatura que estava por perto.

Na penumbra, alguém abre a porta de madeira de um armário

Ele corre de volta ao porão, pega o bebê, o põe no abrigo metálico, sai de novo para pegar o cronômetro e o rádio e, quando a criatura se aproxima, entra no abrigo e fecha a porta. Não há toalha na tranca, e a porta trava sem que ele saiba. Quando o cronômetro chega ao fim, Marcus não consegue abrir a porta de jeito nenhum e, desesperado, desiste. Ele abre a caixa, onde o bebê chora; com uma expressão de dor, começa a dividir o oxigênio com o bebê, até adormecer.

Numa imagem muito escura, o menino tapa os ouvidos com as mãos, e o bebê chora ao lado dele

Evelyn volta à fábrica com os suprimentos e ouve uma criatura gritando alto. Ela tenta furar um cilindro de oxigênio para explodir a criatura, mas a criatura sai ilesa; a explosão, em compensação, aciona os sprinklers de incêndio. O barulho da água dos sprinklers ajuda Evelyn a contornar a criatura e voltar ao porão, mas a criatura ainda assim a persegue. Evelyn entra no abrigo metálico e fica lá com Marcus e o bebê, enquanto a criatura vigia do lado de fora da porta.

Dentro do abrigo metálico circular, Evelyn está sentada ao lado de cilindros, à luz de uma lâmpada

A emboscada no cais

À noite, Emmett e Regan chegam a um cais para procurar um barco que leve até a ilha. Uma menina está parada no fim da passarela; Emmett se aproxima, mas é laçado por ela. Um grupo de homens com jeito de selvagens aparece, joga sobre Emmett uma rede com garrafas penduradas, revista os suprimentos de Regan, leva o implante coclear e a mochila dela e começa a levá-la embora.

No cais, à noite, a luz de uma lanterna aponta para a câmera, com boias salva-vidas e algumas silhuetas ao lado

Emmett faz para Regan o sinal de “deslizar”, depois se solta da rede, faz muito barulho e agarra o homem que levou o implante coclear. Várias criaturas avançam sobre o cais e matam muitos dos selvagens.

Na luz fraca, um homem de barba grande

Emmett ainda segura o homem quando uma criatura ataca, atraída pelo som das garrafas. Ele se joga na água, e o homem é morto pela criatura. A criatura ouve Emmett nadando na água e pula atrás dele, mas se afoga: elas não sabem nadar. Emmett continua preso ao cais pelo laço e luta para soltar a corda do pescoço quando um pequeno barco se aproxima e a mão de Regan se estende até ele. Ele sobe no barco e abre a boca: o implante coclear está dentro dela. Os dois tiram o laço e seguem de barco para a ilha. Num canto da imagem, uma criatura fica presa em outro barco, que se solta do cais em meio à confusão.

Só o rosto de um homem aparece na superfície da água

A comunidade da ilha

Regan e Emmett desembarcam, e na ilha há um pequeno grupo de sobreviventes, que leva uma vida diária relativamente segura. O líder da comunidade explica que, quando o governo dos Estados Unidos descobriu que as criaturas não sabem nadar, a Guarda Nacional tentou evacuar as pessoas para essas ilhas; mas a confusão no embarque atraiu as criaturas, e só dois dos doze barcos chegaram.

À noite, dois homens conversam de frente um para o outro, em perfil

Dentro de uma casa, um homem adulto está parado à porta, e duas crianças estão ao lado de prateleiras e de um sofá

O final

No dia seguinte, uma criatura chega à ilha num barco à deriva e ataca os moradores; várias pessoas morrem, entre elas o líder. Regan e Emmett a atraem para a estação de rádio da ilha. Ela os segue para dentro da casa, ouve os dois e fere Emmett com as garras. Quando ela parte para cima de Regan, Regan troca o que a rádio transmite, tirando a música e pondo o som de alta frequência produzido pelo implante coclear. A criatura perde na hora a capacidade de se mover, e Regan a mata com uma barra de metal.

Diante de uma luz azul de painel, a menina está sentada ao lado do equipamento da rádio

Na siderúrgica, Marcus capta essa transmissão no rádio e a reproduz num rádio portátil. A criatura que vigia do lado de fora da porta enfraquece, e ele atira e a mata.

Sob uma luz vermelha, uma criatura de corpo blindado jaz perto, com a menina em pé atrás dela

Regan deixa o implante coclear no microfone da rádio, para que o sinal continue sendo transmitido e outros sobreviventes possam usá-lo.

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Outras cenas

Numa mercearia, um homem corpulento levanta os olhos para fora da loja

Na rua da cidade, um homem de camisa xadrez está parado no meio da multidão

Na calçada, o homem de camisa xadrez conversa com um policial

Uma menina de tranças olha para a frente da arquibancada

Uma mulher de vestido florido está parada na multidão da rua da cidade

Ao lado do campo há uma tenda branca, e uma mulher de roupa florida está parada perto

Num descampado com luzinhas coloridas penduradas, algumas silhuetas andam ao longe

Uma mulher de roupa florida olha de lado, atrás de um primeiro plano desfocado