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Na Palma da Mão

Um celular entrega a vida cotidiana a um desconhecido: um panorama completo de como Na-mi é vigiada e isolada em Na Palma da Mão e de como a polícia reage contra o perseguidor

Título

Na Palma da Mão

스마트폰을 떨어뜨렸을 뿐인데

Também conhecido como: Desbloqueado (Portugal)

Ano / Duração

2023 · 117 minutos

Gênero

Drama / Mistério / Suspense

Direção

Kim Tae-joon

Roteiro

Kim Tae-joon

Avaliação

Elenco

Chun Woo-hee (como Na-mi), Yim Si-wan (como Joon-yeong), Kim Hee-won (como Ji-man), Park Ho-san (como o pai de Na-mi), Kim Ye-won (como Eun-joo)

Obra original

O romance スマホを落としただけなのに, de Akira Shiga

Na Palma da Mão
Uma mulher de máscara em pé diante do balcão de conserto de celulares Em um quarto escuro, um homem segura um celular vermelho com as duas mãos Um homem de óculos, com uma mochila preta, caminha ao lado de uma parede de tijolos O celular ocupa o primeiro plano, e uma mulher de cabelo comprido está atrás do monitor do computador Duas mulheres sentadas ao ar livre, uma delas levanta o celular para tirar uma selfie Uma mulher de rabo de cavalo atende um telefone fixo ao lado do balcão da cafeteria
Aviso de spoilers: O texto a seguir conta a história inteira, as reviravoltas e o final. Você pode pular pelos capítulos até a parte que quer relembrar.

Na Palma da Mão (스마트폰을 떨어뜨렸을 뿐인데) é um suspense coreano de mistério escrito e dirigido por Kim Tae-joon, baseado no romance japonês de Akira Shiga. Chun Woo-hee interpreta Na-mi, uma funcionária de escritório, e Yim Si-wan vive o homem que encontra o celular dela e aproveita a chance para se aproximar. Kim Hee-won, Park Ho-san e Kim Ye-won interpretam, respectivamente, o detetive Ji-man, o pai de Na-mi e a amiga dela, Eun-joo. O filme estreou na Netflix em 17 de fevereiro de 2023 e tem 117 minutos de duração.

Em 26 de setembro de 2026, o filme tem nota 6,5 no IMDb, com cerca de 15 mil avaliações, aprovação de 45% da crítica no Rotten Tomatoes, com base em 11 resenhas, e nota de 82% do público, com mais de 250 avaliações. As resenhas profissionais reconhecem alguns méritos no tratamento do tema da vigilância por celular e nas atuações, mas também apontam com frequência que as ações dos personagens e o andamento da investigação soam forçados.

O celular perdido vai parar na assistência técnica

Na-mi trabalha com marketing em uma startup que vende bebidas de gelatina e, depois do expediente, ainda ajuda na cafeteria do pai. Uma noite, volta para casa de ônibus embriagada e deixa o celular ao lado do assento. O homem que o pega não o devolve diretamente: usa um aplicativo de mudança de voz para se passar por uma mulher ao atender uma ligação, e assim Na-mi acredita que o celular ficou com uma passageira.

Uma mulher de máscara em pé diante do balcão de conserto de celulares

O homem danifica a tela de propósito e depois avisa Na-mi para buscar o aparelho em uma assistência técnica indicada. Quando ela chega à loja, o homem, de boné e máscara, usa a troca de tela como pretexto para pedir a senha de desbloqueio. Enquanto conserta a tela, ele instala um software espião no celular e copia os dados do aparelho. A partir daí, o celular que Na-mi leva de volta passa a enviar a ele a câmera, as ligações, as mensagens e a localização o tempo todo.

Em um quarto escuro, um homem segura um celular vermelho com as duas mãos

Vigiando a vida e forjando encontros casuais

O homem registra, um por um, o trabalho, a moradia, as contas, os amigos, os gostos e os trajetos diários de Na-mi, e usa esses dados para construir uma identidade como “Joon-yeong”. Ele vai à cafeteria do pai de Na-mi, pede um suco que já saiu do cardápio e volta a cruzar com ela, usando como pretexto, entre outros, a compra de um disco, para que esses contatos cuidadosamente planejados pareçam acaso.

Um homem de óculos, com uma mochila preta, caminha ao lado de uma parede de tijolos

Na-mi passa a ver Joon-yeong como um novo amigo, mas o pai acha que esse homem sabe demais e desconfia da aparição repentina dele. O pai avisa a filha para não confiar facilmente em estranhos, o que faz Joon-yeong perceber que o homem mais velho pode atrapalhar seus planos. Ele continua observando, pela tela do celular, o convívio entre Na-mi, o pai e os amigos, à espera de uma chance de cortar os contatos dela com o mundo exterior.

O celular ocupa o primeiro plano, e uma mulher de cabelo comprido está atrás do monitor do computador

Ataque às contas e rompimento entre amigas

Logo depois de Na-mi receber um trabalho mais importante na empresa, a conta de rede social que ela mantém de forma anônima divulga de repente informações da companhia e passa a publicar ataques a colegas e à empresa. A ligação entre a conta e ela também vem à tona, e a chefia a demite por isso. Na-mi não consegue provar que não foi ela quem publicou o conteúdo e só vê o emprego e a relação com os colegas desmoronarem ao mesmo tempo.

Duas mulheres sentadas ao ar livre, uma delas levanta o celular para tirar uma selfie

Na-mi e Eun-joo registram queixa na polícia, mas ouvem que primeiro precisam encontrar provas de que o celular foi invadido. As duas pretendiam procurar alguém que entendesse de segurança digital, mas Joon-yeong intercepta a mensagem e se antecipa, fingindo ser um especialista. Ele explica a Na-mi como funciona o software espião e depois desvia a suspeita para Eun-joo, a pessoa que melhor conhece a vida dela. Na-mi acredita, por engano, que a amiga a prejudicou; as duas brigam, e ela perde também a última pessoa que costumava estar ao seu lado.

Uma mulher de rabo de cavalo atende um telefone fixo ao lado do balcão da cafeteria

O detetive atrás do filho desaparecido

Enquanto isso, o detetive Ji-man investiga um corpo encontrado na montanha. No local aparece uma pista que só ele e o filho, desaparecido há muitos anos, conhecem, e outras descobertas apontam cada vez mais para Joon-yeong. Ji-man não revela de imediato a relação entre os dois e procura o suspeito junto com o parceiro, Jeong-ho, seguindo os registros de comunicações e de endereços.

Vários homens examinam o chão ao lado de uma viatura, na beira de um bosque

Os dois detetives encontram vários celulares, dados das vítimas e registros dos crimes em uma residência, mas o morador percebe que está sendo investigado, afasta Ji-man de propósito e aproveita para destruir as provas do local. Depois, a polícia encontra mais vítimas, e Ji-man entende que enfrenta um criminoso em série. Só que ele não vê o filho há dez anos e não consegue identificar o homem que persegue apenas pela aparência de adulto.

Um homem de meia-idade em pé, à noite, do lado de fora de um prédio, olhando o celular

Encontro na assistência técnica e armadilha para a captura

Na-mi se lembra de que digitou a senha antes de pegar o celular de volta e retorna à assistência técnica. Ji-man e Jeong-ho também seguem as pistas até lá, e assim os três confirmam que o programa malicioso foi instalado durante o conserto. Na-mi aceita colaborar com a polícia para atrair Joon-yeong ao apartamento dela, mas os detetives não contam a ela todos os detalhes dos vários assassinatos.

Um homem de máscara está atrás do balcão de conserto, olhando para baixo

Quando Joon-yeong se aproxima do apartamento, os dois detetives o veem, mas não reconhecem o rosto dele naquele momento, porque Ji-man não vê o filho há anos. Joon-yeong percebe a emboscada e vai embora, e o plano de captura parece fracassar. Os detetives pedem que Na-mi vá se abrigar na casa do pai e combinam de se comunicar só por telefone: se ela enviar de repente uma mensagem de texto, isso significa que precisa de ajuda imediata.

Um homem de óculos conversa na rua com uma mulher de blusa vermelha e branca

O final

Quando Na-mi volta à casa do pai, descobre que Joon-yeong já entrou e que o pai está amarrado dentro de uma banheira que vai enchendo aos poucos. Joon-yeong obriga Na-mi a enviar uma mensagem de texto aos detetives, sem perceber que assim aciona o sinal de socorro combinado. Em seguida, ele derruba e amarra Na-mi e tenta afogar, um depois do outro, o pai e a filha na banheira. Ji-man e Jeong-ho voltam guiados pelo sinal, dominam Joon-yeong dentro da casa e tiram os dois do banheiro.

Um homem de óculos se esconde ao lado de uma cortina escura e observa o lado de fora

Os registros das vítimas deixados no local revelam a verdade sobre a identidade dele: o homem diante deles não é o filho de Ji-man. Ele havia incluído o verdadeiro Joon-yeong entre as primeiras vítimas e, depois, passou a viver usando o nome e a identidade dele, e seu verdadeiro nome nunca foi confirmado. Assim, Ji-man descobre que o filho foi morto há muito tempo. Quando recobra a consciência, Na-mi vê que o pai não reage, acha que ele morreu, pega uma arma e atira no agressor; depois se confirma que o pai continua vivo, e o agressor ferido é preso pela polícia.

Um homem sentado em um cômodo olha o celular, e há alguém caído no chão ao lado

Depois do ocorrido, Na-mi volta à cafeteria do pai e também faz as pazes com Eun-joo. A reputação abalada nas redes sociais vai se recuperando, e ela volta a encarar a vida de antes. Por fim, alguém filma Na-mi na cafeteria através de um celular; ela percebe a câmera, vira o rosto para o aparelho, e a tela corta para o fim do filme.

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Um homem de meia-idade de avental está atrás do balcão e conversa com um cliente