Torihada 3: Yofukashi no anata ni zokutto suru hanashi wo
Uma janela em frente liga seis armadilhas de terror cotidiano: resumo completo dos desfechos de Torihada 3: Yofukashi no anata ni zokutto suru hanashi wo, da furadeira que atravessa a parede, da perseguição na plataforma e da inspeção do alarme de incêndio ao barulho dentro do ouvido, à visita no hotel e à corrida na rua
Título
Torihada 3: Yofukashi no anata ni zokutto suru hanashi wo
トリハダ3 〜夜ふかしのあなたにゾクッとする話を
Ano / Duração
2008 · 46 minutos
Gênero
Suspense / Terror
Direção
Kôichirô Miki
Roteiro
Nobu Horita / Takehiro Yashiro / Manto Yurisawa
Avaliação
Elenco
Mitsuki Tanimura, Tasuku Emoto, Mari Iriki, Mami Nakamura, Tôru Nomaguchi, Hidekazu Mashima
Torihada 3: Yofukashi no anata ni zokutto suru hanashi wo (トリハダ3 〜夜ふかしのあなたにゾクッとする話を) é um telefilme de terror japonês em formato de histórias curtas, dirigido por Kôichirô Miki, com Mitsuki Tanimura, Tasuku Emoto, Mari Iriki, Mami Nakamura, Tôru Nomaguchi e Hidekazu Mashima, entre outros. O filme estreia na Fuji TV na madrugada de 2 de abril de 2008, dura 46 minutos e liga seis histórias independentes por meio de um incidente numa janela, que reaparece entre os episódios.
Em 28 de setembro de 2026, o filme tem nota 6,4 no IMDb, com 25 avaliações. A nota passa da média, mas a amostra do IMDb é muito pequena e serve apenas como referência limitada.
O homem atrás da cortina da frente
Ao voltar do trabalho, uma mulher que mora sozinha vê um homem parado atrás da cortina do prédio em frente. Ele não se mexe e mantém o rosto voltado para a janela dela. A mulher fecha a cortina, mas continua inquieta; quando olha de novo pela fresta, o homem ainda está no mesmo lugar. Ela liga para amigos e familiares pedindo ajuda, mas não consegue confirmar se ele realmente a vigia.

O incidente não termina de imediato. Cada vez que o filme encerra uma das histórias, a câmera volta ao quarto da mulher; ela confirma, uma e outra vez, que a silhueta continua lá e, por fim, decide chamar a polícia.
Uma furadeira atravessa a parede fina do apartamento
Um homem que acabou de se mudar não consegue descansar por causa do barulho do casal ao lado. Primeiro, ele bate com força na parede em protesto; na segunda noite, porém, os sons íntimos do vizinho o atraem, e ele se senta na cama, encostado na parede, para escutar. O homem do outro lado propõe tentar uma brincadeira mais emocionante e diz que a ponta da ferramenta ficará vermelha quando der certo.

Quando ele tenta entender o que o vizinho está dizendo, uma furadeira em alta rotação perfura a parede fina e surge diante do seu rosto. A broca não o acerta, e o vizinho ainda reclama que, desta vez, errou o alvo. Ao recuar, o homem vê vários furos do mesmo tamanho na parede e percebe que não é a primeira tentativa.

Os fones isolam a perseguição na plataforma
Uma jovem, em um trem tarde da noite, usa fones de ouvido o tempo todo, com a música alta. Quando o trem chega à estação, ela se senta num banco da plataforma, de cabeça baixa, mexendo no player e no celular. Atrás dela, a multidão grita e corre de repente; alguém cai e outros já estão feridos, mas a música abafa todos esses sons e ela não olha para trás.

Quando ela percebe que tudo ao redor ficou em silêncio, a plataforma já está vazia. Um homem com o rosto e a camisa cobertos de sangue aparece atrás dela, ainda com o objeto que usou para atacar as pessoas. Só então a jovem vê o perigo; no fim da história, restam os fones ensanguentados, o que mostra que ela não escapou do ataque.

O inspetor de alarme de incêndio vê a prova no banheiro
Uma mulher que mora sozinha, enquanto cozinha, fica sabendo pelo noticiário da TV que houve uma série de assassinatos perto de sua casa. A reportagem diz que o suspeito usa chapéu e óculos e tem estatura baixa. Naquela noite, um homem bate à porta para inspecionar o alarme de incêndio; a aparência dele se parece com a descrita na reportagem e, embora desconfiada, a mulher o deixa entrar.

Durante a inspeção, o homem pergunta várias vezes se ela mora sozinha e depois entra no banheiro, onde vê os objetos espalhados. Apavorado, ele se vira e avança sobre a mulher, mas ela já o espera com uma arma de choque e o derruba. As provas no banheiro ligam-se ao caso das vítimas mulheres do noticiário: quem escondia a identidade era a dona da casa, e o inspetor, por causa da semelhança física, foi tomado como assassino pelo público.

O som de perseguição vem do próprio ouvido
Outra mulher sente, ultimamente, que alguém a segue. No caminho para casa, ela olha para trás o tempo todo e também ouve ruídos leves no elevador e no corredor. Uma amiga, ao telefone, acha que ela está só nervosa demais, mas a mulher tem certeza de que o som está sempre colado nela e não desaparece nem quando chega ao quarto.

Ela vasculha o quarto e não encontra ninguém escondido; no banho, o farfalhar continua perto do lado direito. No fim, a câmera se volta para o ouvido dela e mostra um inseto se mexendo dentro do canal auditivo. O suposto perseguidor nunca entrou na casa, e o ruído constante não vinha de trás dela, mas sempre esteve dentro do próprio corpo.

Três vezes a mesma mulher na porta do hotel
Um homem se hospeda num hotel executivo e, escolhendo pelas fotos no celular, reserva um serviço de acompanhante. A primeira mulher a chegar, que diz se chamar Kaoru, tem aparência claramente diferente da foto da página, e o homem pede imediatamente a troca. O serviço promete enviar outra mulher; a campainha toca de novo e, na porta, está a mesma pessoa de antes, só que com outro nome.

O homem reclama outra vez, e o serviço diz que vai mandar a mulher mais popular da casa. Na terceira vez que ele abre a porta, o mesmo rosto aparece de novo. O serviço tenta ligar para a mulher que ele realmente escolheu, mas o toque vem da bolsa da visitante; dentro dela, o homem vê um celular sujo de sangue e entende que as outras mulheres foram mortas. A visitante não explica o motivo e apenas abre um sorriso rígido e ergue uma faca já ensanguentada.

Dois desconhecidos transformam a caminhada numa competição
Um funcionário de escritório anda falando ao telefone com a namorada, de modo displicente, e, esperando o sinal abrir num cruzamento, nota que um desconhecido ao lado não para de encará-lo. Quando o sinal muda, o desconhecido mantém de propósito o mesmo ritmo dele, com um sorriso provocador. O funcionário acelera o passo para despistá-lo, o desconhecido o acompanha na hora, e os dois passam de uma caminhada rápida a uma corrida.

Para passar à frente, o desconhecido avança em direção à pista e é atropelado por um caminhão. O funcionário para e vê o acidente, mas não se aproxima para ver como o outro está, nem demonstra choque evidente; logo se vira, vai embora e volta a resolver o trabalho pelo telefone. A perseguição termina com a morte do desconhecido, e a reação fria do sobrevivente diante do acidente vira a última anomalia desse episódio.

O final
Depois de receber a denúncia, a polícia entra no prédio em frente. A mulher que mora sozinha observa atrás da cortina e vê os policiais abrirem a cortina daquele quarto; só então entende por que o homem sempre ficava na mesma posição: ele já havia se enforcado no quarto, e o rosto voltado para a janela dela era apenas o lugar onde o corpo estava pendurado, não um vigia vivo observando sem parar.

Depois de confirmar a verdade, a mulher não recua e, em vez disso, abre um breve sorriso.

Quando os créditos terminam, a câmera volta ao prédio em frente e se aproxima aos poucos do corpo pendurado. O rosto do corpo revela que ele é o homem do primeiro episódio, o que quase foi atingido pela furadeira; o filme não explica por que ele se enforcou depois.
