Boiúna – Terror no Amazonas
Uma missão médica na Amazônia desperta a antiga serpente que protege a floresta: uma apresentação detalhada da viagem de barco, da perseguição entre dois grupos e do desfecho na área de mineração em Boiúna – Terror no Amazonas
Título
Boiúna – Terror no Amazonas
Beware Boiúna
Ano / Duração
2026 · 104 minutos
Gênero
Ação / Suspense / Terror
Direção
Mike P. Nelson
Roteiro
Tony Giglio, Alan B. McElroy, Mike P. Nelson
Avaliação
Elenco
Kiana Madeira (como Lena), Jessica Rothe (como Alli), Logan Marshall-Green (como Brennan Malloy), Juan Pablo Shuk (como Miguel), Will Close (como Callum), Jaime Newball (como Raúl)
Boiúna – Terror no Amazonas é um filme de ação e terror coproduzido pelos Estados Unidos e pela Alemanha, dirigido e coescrito por Mike P. Nelson e estrelado por Kiana Madeira, Jessica Rothe e Logan Marshall-Green, entre outros. O longa estreia no Fantastic Fest em 17 de setembro de 2026 e chega aos cinemas dos Estados Unidos em 2 de outubro, com 104 minutos de duração.
O filme tem nota 5,9 no IMDb; no Rotten Tomatoes, registra 58% de aprovação da crítica, enquanto o índice de aprovação do público é de 68%. As opiniões da crítica e do público estão claramente divididas, e a recepção geral fica em uma faixa mediana.
O barco médico entra na Amazônia
No início do filme, um grupo de homens armados da região ataca garimpeiros ilegais, e uma criatura enorme que vive na água logo arrasta um dos prisioneiros. Em seguida, o capitão Raúl conduz um barco pelo rio Curuçá, na bacia Amazônica, levando os médicos Miguel, Alli e Callum para prestar atendimento nas comunidades ribeirinhas. Lena, filha adotiva de Raúl, trabalha como mecânica a bordo e também aproveita a viagem para procurar seu irmão desaparecido, Jorge, que investigava atividades ilegais de exploração da floresta antes de sumir.

É a primeira vez que Alli se aventura tão fundo na floresta, por isso ela não conhece bem o rio, as comunidades nem os postos médicos. Enquanto a equipe atende os moradores da primeira comunidade, a bola de uma criança cai no rio; um homem do local tenta ajudar, mas a Boiúna o arrasta para baixo da água, e Alli não consegue salvá-lo.

Lena, por sua vez, mantém o velho barco em funcionamento e pergunta constantemente aos moradores do caminho se têm notícias de Jorge; em seguida, a embarcação continua rumo a águas mais remotas.

O mural e o incidente no cais
Durante uma parada em um bar à beira do rio, Alli nota o desenho de uma serpente gigantesca na parede. Lena explica que os habitantes da região consideram a Boiúna uma guardiã da floresta, capaz de decidir quem vive ou morre entre aqueles que se aventuram por ali. Nesse mesmo lugar, a equipe médica encontra um grupo encarregado de inspecionar a área prevista para a construção de uma estrada; o líder, Brennan Malloy, viaja em outra embarcação com o irmão Shawn e vários homens.


Os dois grupos logo entram em conflito por causa de seus objetivos opostos para a floresta. Alli tenta soltar as amarras para que o barco da equipe de inspeção seja levado pela correnteza, mas Shawn, embriagado, a surpreende. Ele a encurrala junto ao cais e tenta agredi-la sexualmente, até que Lena chega para ajudá-la a se defender.
Durante a luta, Shawn cai, bate a cabeça e morre na hora. Lena e Alli colocam o corpo no rio para fazer a morte parecer um acidente por afogamento. O barco médico deixa a comunidade imediatamente; Brennan e seus homens encontram o cadáver de Shawn e, depois que uma criança que testemunhou o ocorrido conta que as duas mulheres haviam entrado em conflito com ele, partem em perseguição. Lena e Alli explicam aos companheiros o que aconteceu, e Miguel conclui que elas agiram em legítima defesa e se recusa a permitir que Raúl dê meia-volta.
A presa regurgitada e o ataque noturno
Enquanto o barco avança cada vez mais pela floresta, o cadáver de um crocodilo surge de repente flutuando junto à embarcação, e Lena, assustada, corta a perna a bordo. Miguel e Raúl examinam o corpo e concluem que um animal de grande porte parece ter engolido o crocodilo e depois o regurgitado. Lena então conta a Alli que, quando ela e Jorge eram crianças, seus pais foram mortos por se recusarem a entregar suas terras; uma comunidade indígena protegeu os dois, mas eles acabaram se separando mais tarde.

À noite, o grupo de Brennan alcança o barco médico e mantém Raúl, Miguel e Callum sob seu controle. Quando a Boiúna aparece, primeiro arrasta um dos homens de Brennan; em meio ao caos, uma bala perdida atinge Callum e, pouco depois, a serpente gigantesca também leva Miguel e o mata. Assim, a perseguição e a vingança se transformam em uma luta de todos pela sobrevivência.

A destruição do barco fluvial
Quando a serpente gigantesca avança sobre o grupo, vários homens de Brennan são mortos um após o outro. Em meio ao caos, um deles atira e acerta Callum por acidente, deixando-o mortalmente ferido. Lena, Alli e Raúl aproveitam a oportunidade para voltar ao barco médico e tentam fugir rio abaixo; Raúl ataca a serpente com cordas e armas, mas uma corda o arrasta para a água e ele morre.

Pouco depois, a Boiúna vira o barco. Alli cai na água e é engolida pela serpente, enquanto Lena consegue voltar sozinha à margem; gravemente ferido, Callum também morre logo depois. O número de integrantes dos dois grupos diminui rapidamente, até que apenas Lena e Brennan continuam fugindo pela floresta. Brennan ainda culpa Lena e Alli pela morte do irmão, mas a perseguição da serpente o força a cooperar temporariamente com Lena.

O aparecimento de Jorge
Na floresta, Lena e Brennan encontram dois homens armados que usam máscaras; um deles é Jorge, o irmão desaparecido de Lena. Jorge explica que se juntou a um grupo local que age contra projetos de exploração ilegal, cujos integrantes destroem as instalações relacionadas a essas atividades e reúnem provas. Lena finalmente encontra o irmão, mas não tem tempo de levá-lo de volta ao rio porque a Boiúna logo volta a se aproximar.

A serpente gigantesca mata um dos companheiros de Jorge, e a perseguição volta a separar os demais. Ao anoitecer, Lena e Brennan continuam fugindo pela floresta, ambos cobertos de lama e ferimentos. Jorge, por sua vez, procura o rastro de Lena com os outros integrantes do grupo.

O atoleiro e o contra-ataque final na área de mineração
Enquanto continua fugindo, Lena cai em um trecho de lama profunda. Seu corpo afunda cada vez mais, e ela não consegue sair sozinha. Brennan tenta puxá-la para fora, mas vai embora por não conseguir alcançá-la; quando a Boiúna se aproxima, passa ao lado do atoleiro sem perceber Lena, submersa na lama. Depois que a serpente se afasta, Lena consegue sair por conta própria e continua fugindo em direção a uma área de mineração próxima.


Ao entrar na área de mineração deserta, Lena tenta prender a serpente gigantesca com uma máquina equipada com uma garra. A Boiúna desvia da garra e esmaga a cabine; uma peça de metal se crava na perna de Lena, deixando-a presa dentro do veículo. Brennan volta e fere a serpente com uma motosserra para desviar a atenção dela de Lena; quando a Boiúna engole Brennan, Lena também apunhala a serpente.

O final
Jorge e os outros integrantes do grupo chegam à área de mineração e veem Lena parar de fugir diante da Boiúna e encarar diretamente a serpente gigantesca. A Boiúna não volta a atacá-la e vai embora. O filme não explica claramente por que ela para naquele momento; as imagens apenas confirmam que Lena sobrevive.
Lena então se reencontra com Jorge e se junta ao grupo dele. No final, o filme mostra os integrantes se infiltrando no acampamento de garimpo ilegal visto no início, sequestrando e amarrando os responsáveis pelos projetos que avançam sobre a floresta e deixando os prisioneiros na área onde a Boiúna aparece. Lena não vai mais embora no barco médico, mas permanece ao lado do irmão e participa das ações para impedir a exploração vinda de fora. O filme não revela o que acontece depois com os cativos, e a Boiúna continua viva na floresta.
