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Águas Rasas

Um recife perto da costa vira um refúgio isolado: o enredo completo de Águas Rasas, da chegada de Nancy à praia que marcou a memória da mãe até o ataque do tubarão, a sobrevivência com a câmera e a boia e o final do resgate.

Título

Águas Rasas

The Shallows

Também conhecido como: Águas Perigosas (Portugal)

Ano / Duração

2016 · 86 minutos

Gênero

Suspense / Aventura

Direção

Jaume Collet-Serra

Roteiro

Anthony Jaswinski

Avaliação

Elenco

Blake Lively (como Nancy Adams), Óscar Jaenada (como Carlos), Brett Cullen (como o pai de Nancy), Sedona Legge (como Chloe Adams)

Águas Rasas
Uma mulher com mochila conversa com um homem no alto de uma baía Uma mulher segura um celular, com o avatar de vídeo de uma menina na tela Uma mulher em pé sobre a prancha atravessa uma onda que se enrola Uma prancha de surfe com um desenho preto afunda na água em diagonal Uma mulher ferida na perna e sua prancha sentadas numa rocha no meio do mar Uma mulher ferida e uma ave branca na rocha, com uma nadadeira dorsal preta saindo da água
Aviso de spoilers: O texto a seguir conta a história inteira, as reviravoltas e o final. Você pode pular pelos capítulos até a parte que quer relembrar.

Águas Rasas é um thriller de aventura americano dirigido por Jaume Collet-Serra, com roteiro de Anthony Jaswinski. Blake Lively interpreta a estudante de medicina Nancy Adams, Óscar Jaenada vive Carlos, o morador local que a leva até a praia, e Brett Cullen e Sedona Legge interpretam o pai e a irmã de Nancy, Chloe. O filme estreou nos Estados Unidos em 24 de junho de 2016 e na China continental em 9 de setembro do mesmo ano. A duração é de 86 minutos.

Em 20 de outubro de 2026, o filme tem nota 6,3 no IMDb, com 155.932 votos. No Rotten Tomatoes, 78% de 218 críticas profissionais são positivas, e o índice de pipoca do público é de 59%. A parcela de críticas positivas é bem maior que a nota do público, e o saldo geral fica entre o mediano e o favorável.

A praia secreta da memória da mãe

Depois que a mãe morre de câncer, a estudante de medicina Nancy viaja a uma praia isolada no México. A mãe esteve ali quando estava grávida dela, e Nancy quer ver com os próprios olhos esse trecho de costa tão especial para ela. A amiga que a acompanha fica na pousada por causa de um mal-estar. Carlos, um morador local, leva Nancy de carro até a entrada da praia e se recusa a aceitar o pagamento.

Uma mulher com mochila conversa com um homem no alto de uma baía

Depois que Carlos vai embora, Nancy desce sozinha até a beira da água com a prancha. Ela entra no mar com dois surfistas locais e, num intervalo, faz uma chamada de vídeo com a irmã, Chloe. Em seguida o pai pega o telefone e fala que ela pensa em largar a faculdade de medicina depois da morte da mãe. A conversa é difícil, e Nancy volta a surfar assim que desliga.

Uma mulher segura um celular, com o avatar de vídeo de uma menina na tela

A última surfada e o ataque do tubarão

Quando os dois surfistas se preparam para ir embora, Nancy decide pegar mais uma onda. Mais longe, ela vê a carcaça de uma baleia boiando, percebe que pode haver perigo por perto e vira em direção à praia. No caminho de volta, um tubarão-branco derruba a prancha e morde a perna esquerda dela.

Uma mulher em pé sobre a prancha atravessa uma onda que se enrola

Uma prancha de surfe com um desenho preto afunda na água em diagonal

Nancy sobe primeiro na carcaça da baleia, mas o tubarão bate no corpo por baixo e a obriga a nadar até uma rocha que sobressai da superfície. Ela amarra a coxa com a cordinha da prancha para conter o sangramento e pressiona o punho da roupa de neoprene sobre o ferimento. A rocha fica perto da praia, mas dentro da área de caça do tubarão. Os dois surfistas, que já foram embora, não ouvem os pedidos de socorro dela.

O estancamento e a vigília na rocha

Quando escurece, Nancy fica na rocha observando a maré e os movimentos do tubarão. Ela tenta tratar o ferimento da perna com o brinco e a corrente do colar e, durante a noite, veste de novo a roupa de neoprene para se aquecer. A água sobe sem parar, e isso mostra que a rocha não vai ficar sempre fora d’água.

Uma mulher ferida na perna e sua prancha sentadas numa rocha no meio do mar

Na rocha também há uma gaivota com a asa machucada. Nancy examina o ferimento da ave e a chama de Steven. A gaivota se torna a única companhia dela ali, enquanto o tubarão continua rondando entre a carcaça e a rocha.

Uma mulher ferida e uma ave branca na rocha, com uma nadadeira dorsal preta saindo da água

Os pedidos de ajuda que falham na praia

Na manhã seguinte, Nancy acorda um homem bêbado caído na areia e faz sinais para que ele use o celular dela e peça ajuda. O homem encontra a mochila, leva o celular e a carteira e entra no mar para pegar a prancha, e então o tubarão o ataca.

Mais tarde, os dois surfistas do dia anterior voltam à praia. Nancy grita para que eles não entrem na água, mas os dois remam mar adentro mesmo assim. O tubarão ataca os dois em sequência, e um deles chega a se aproximar da rocha, mas ainda assim é arrastado de volta para a água.

Dois homens na água do mar, um deles com uma câmera no capacete

Uma mulher deitada sobre a prancha, com outra pessoa estendendo a mão atrás dela

A mensagem na GoPro e a contagem regressiva da maré

A câmera do capacete de um dos surfistas vem boiando até a superfície. Nancy calcula o tempo que o tubarão leva para dar a volta, se arrisca a sair da rocha e recupera a câmera. A gravação mostra que o tubarão tem um grande anzol perto da boca. Em seguida, ela grava o próprio ferimento, o local onde está e uma mensagem para o pai e a irmã, e empurra a câmera em direção à praia.

Duas mãos seguram uma pequena câmera que mostra imagens subaquáticas

A maré está prestes a cobrir a rocha. Nancy cuida da asa da gaivota e a deixa seguir para a praia sobre um pedaço de prancha quebrada. Ela avalia a distância entre a carcaça, a rocha e uma boia ao longe e se prepara para sair do último ponto de apoio enquanto o tubarão dá a volta.

As águas-vivas e a boia

Quando nada em direção à boia, Nancy usa um cardume de águas-vivas para barrar o tubarão que a persegue. Ela e o tubarão são picados, mas ela consegue agarrar a boia e subir na estrutura. Na boia há uma pistola sinalizadora, e Nancy dispara uma flare em direção a um cargueiro distante, mas o navio já virou e não a vê.

Uma mulher machucada se apoia numa boia vermelha, com uma pistola sinalizadora na mão

Uma mulher debaixo d'água segura a corrente da boia com as duas mãos

Uma mulher nada de boca aberta em uma água avermelhada

A flare e a âncora

Nancy dispara a última flare contra o tubarão, e o óleo perto da carcaça da baleia pega fogo. O tubarão passa a bater na boia e arrebenta a corrente que a prende ao fundo do mar. Nancy se agarra ao último trecho da corrente e afunda com ele em direção ao fundo, com o tubarão logo atrás. Perto da âncora, ela muda de direção, e o tubarão se choca contra a barra de aço que sai do bloco de ancoragem.

A nadadeira dorsal preta de um tubarão corta a superfície, com uma boia vermelha ao longe

O final

Miguel, o filho de Carlos, encontra a câmera do capacete na praia e vê a mensagem de socorro gravada por Nancy. Ele chama o pai na mesma hora. Carlos encontra Nancy boiando perto da costa, a arrasta até a areia e faz os primeiros socorros. Ao recobrar a consciência, Nancy vê por um instante a figura da mãe e percebe que a gaivota também chegou à praia.

Na praia, um menino olha para a câmera presa a um capacete

Um homem de óculos escuros vira o rosto para o lado

Um ano depois, Nancy já se formou em medicina e tem uma cicatriz na perna. Ela e a irmã, Chloe, se preparam para surfar em Galveston, no Texas, e o pai diz a Nancy que a mãe teria orgulho dela por não ter desistido. Nancy então leva a irmã em direção ao mar.

Duas mulheres atravessam a areia, cada uma carregando uma prancha