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Lucky Baskhar

A ascensão e a fuga de um caixa de banco envolvido em uma fraude financeira: a história completa de Lucky Baskhar, do desvio de dinheiro e do contrabando à fraude com ações e à saída final da Índia.

Título

Lucky Baskhar

Ano / Duração

2024 · 148 minutos

Gênero

Drama / Crime / Suspense

Direção

Venky Atluri

Roteiro

Venky Atluri

Avaliação

—

Elenco

Dulquer Salmaan (como Baskhar Kumar), Meenaakshi Chaudhary (como Sumathi Kumar), Tinnu Anand (como Rajbir Lokhande), P. Sai Kumar (como o oficial do CBI Lakshman Rao), Ramki (como Anthony), Sachin Khedekar (como Vinod Bhosle), Rajkumar Kasireddy (como Samba)

Lucky Baskhar
Baskhar segura uma xícara sentado em uma sala do banco, com vários investigadores de pé atrás dele O jovem Baskhar e Sumathi sorriem sentados em uma escada, com marmitas nas mãos Uma caneta assina um cheque Na rua, pessoas carregam mercadorias entre carros Em um salão de festas, alguns homens conversam em pé ao redor de uma mesa Baskhar e um homem mais velho estão em pé diante de equipamentos de escritório
Aviso de spoilers: O texto a seguir conta a história inteira, as reviravoltas e o final. Você pode pular pelos capítulos até a parte que quer relembrar.

Lucky Baskhar é um drama policial indiano de 2024, em língua telugu, escrito e dirigido por Venky Atluri. O filme é produzido pela Sithara Entertainments, pela Fortune Four Cinemas e pela Srikara Studios. Dulquer Salmaan interpreta o funcionário de banco Baskhar Kumar, Meenaakshi Chaudhary faz a esposa dele, Sumathi, e Ramki, P. Sai Kumar, Tinnu Anand e Sachin Khedekar vivem personagens ligados ao contrabando, ao banco e à investigação.

O filme estreia no fim de outubro de 2024. A história se passa em Bombaim, do fim dos anos 1980 ao início dos anos 1990, e coloca o fictício Magadha Bank, o Katari Bank e o especulador Harsha Mehra no cenário da fraude com ações de 1992. O filme dura 148 minutos e é classificado como drama, policial e suspense.

O CBI leva o gerente-geral assistente do banco

Em Bombaim, em 1992, Baskhar Kumar já é gerente-geral assistente da agência de Colaba do Magadha Bank. De repente, homens que dizem ser do CBI o levam ao banco para um interrogatório. Eles o pressionam a explicar como desviou dinheiro do banco e ajudou a fraude com ações durante a gestão dele. Baskhar não nega de imediato. Em vez disso, começa a contar a história de alguns anos antes, quando ainda era apenas caixa.

Baskhar segura uma xícara sentado em uma sala do banco, com vários investigadores de pé atrás dele

Depois disso, o filme volta várias vezes às lembranças de Baskhar. O público não vê um homem já rico explicando de onde vem a fortuna. Vê um funcionário de banco de salário baixo que cruza a linha passo a passo e transforma as brechas do sistema bancário em oportunidade.

A vida de caixa sufocada por dívidas

Três anos antes, Baskhar trabalha como caixa no Magadha Bank. O salário é baixo, mas ele sustenta a esposa Sumathi, o filho Karthik, o pai Prahalad e os irmãos mais novos. Sumathi deixou uma família rica para se casar com ele e ainda espera tocar o próprio negócio de comida caseira. Prahalad, que foi contador, ficou paralisado depois de ser enganado e levado a um negócio fracassado, e desde então vive em silêncio.

O jovem Baskhar e Sumathi sorriem sentados em uma escada, com marmitas nas mãos

Para completar a renda da casa, Baskhar usa a hora do almoço para preencher cheques e formulários de pessoas analfabetas ou pouco familiarizadas com os trâmites do banco, e cobra uma pequena taxa. Ele trabalha com dedicação, ganha vários certificados de funcionário destaque e espera pela promoção. No fim, o banco dá o cargo a um colega, e o principal credor leva a moto dele. Com a humilhação e as dívidas pesando juntas, Baskhar passa a acreditar que seguir as regras não vai mudar a situação dele.

Uma caneta assina um cheque

A carga de Anthony e o primeiro dinheiro sujo

O contrabandista Anthony procura Baskhar para resolver, por meio de um empréstimo bancário, uma carga de eletrônicos importados da Malásia. Anthony não tem garantia adequada, e um empréstimo normal dificilmente sairia. Além disso, o investidor dele desistiu de última hora e a carga está prestes a chegar ao porto. Se ele não pagar, a mercadoria será apreendida. No início, Baskhar sabe que aquilo é irregular, mas acaba tirando 200.000 rupias do caixa do banco e entregando a Anthony.

Na rua, pessoas carregam mercadorias entre carros

Anthony consegue liberar e vender as televisões, e devolve o capital com o lucro. Baskhar repõe o dinheiro do banco em segredo e fica com o ganho. Junto com Samba, o contínuo do banco, ele logo entra em mais operações desse tipo, e o dinheiro chega cada vez mais rápido. Quando Anthony se prepara para deixar o contrabando e fazer uma última operação com três carros importados, o valor já subiu para 1 milhão de rupias. O comprador original é investigado de repente, e os dois levam os carros a Goa. Para passar pelas barreiras, disfarçam os carros de veículos do governo e arrumam alguém para fingir ser político.

Em um salão de festas, alguns homens conversam em pé ao redor de uma mesa

A operação também dá certo, e Baskhar repõe a tempo o dinheiro desviado. Ao mesmo tempo, a antiga direção do banco é presa por outro caso de fraude, abre-se uma vaga na gerência e Baskhar recebe a promoção que esperava havia muito tempo. Ele acha que pode parar, mas Samba continua no contrabando, e o novo cargo logo leva Baskhar a uma fraude muito maior.

Depois da promoção, ele vê a fraude com ações

Como gerente-geral assistente, Baskhar passa a lidar com recibos bancários e grandes movimentações de dinheiro. Ele descobre que o empresário Harsha Mehra movimenta fundos por meio de recibos bancários entre o Magadha Bank e o Katari Bank e aplica o dinheiro na bolsa para manipular o preço das ações. A direção do banco sabe que esse fluxo de dinheiro é anormal, mas deixa o esquema continuar em troca de uma parte.

Baskhar e um homem mais velho estão em pé diante de equipamentos de escritório

Baskhar não denuncia de imediato. Ele negocia as condições por meio de Suraj, assistente e corretor de Harsha. Concorda em continuar liberando os recibos, mas exige uma parte e quer saber antes quais ações vão subir. Com essas informações, compra barato, vende caro e depois lava os ganhos por canais de câmbio irregulares, até que pareçam dinheiro legal.

O negócio de comida caseira vira fachada de lavagem de dinheiro

Primeiro, Baskhar usa um bilhete de loteria premiado para disfarçar parte da renda. Depois, transforma o negócio de comida caseira de Sumathi em uma saída muito maior para o dinheiro. As dívidas da família são pagas, o padrão de vida melhora de forma visível, as crianças ganham presentes e Sumathi vê o negócio crescer rápido. Mesmo assim, nada disso faz Baskhar parar. Diante do dinheiro e do status, ele fica frio e arrogante, e o casamento se desgasta aos poucos.

Baskhar e Sumathi se abraçam perto de velas acesas

Sumathi percebe que o dinheiro do marido não vem de forma normal e, furiosa, destrói o negócio. Prahalad também rompe o silêncio. Ele diz ao filho que já tinha percebido o problema por trás desse dinheiro e o avisa de que a ganância pode arrastar a família de volta ao desastre. Mais tarde, Sumathi ouve Baskhar falar dos arranjos de lavagem de dinheiro e se afasta de vez. Depois de tirar da prisão Samba, que foi preso e perdeu todo o dinheiro, Baskhar começa a perceber que está indo para o mesmo destino.

Os recibos falsos de Harsha provocam a reação

Enquanto a fraude cresce, Baskhar descobre que Harsha falsificou documentos do Katari Bank e usa recibos falsos para obter valores ainda maiores. Hariharan, gerente-geral do Katari Bank, tem um problema cardíaco por causa disso e morre no escritório. Esse desfecho leva Baskhar a decidir romper a parceria. Ele se recusa a continuar liberando recibos para Suraj e Harsha e denuncia ao Banco Central da Índia que existe fraude dentro do banco.

Um cheque bancário na mão de alguém, com os dados da conta e um carimbo visíveis

Vinod, gerente-geral do Magadha Bank, e Rajbir Lokhande, presidente do conselho, não querem que a fraude venha à tona. Eles precisam jogar o dinheiro enorme e a culpa sobre Baskhar e o pressionam a continuar assinando. Depois de um conflito com Vinod, Baskhar pede demissão e deixa que todos no escritório vejam como os superiores o pressionam. Ao mesmo tempo, fecha a própria conta e se livra das provas que poderiam ligá-lo diretamente ao caso.

A armadilha para forçar a assinatura falha

A história volta ao interrogatório de 1992. Os supostos oficiais do CBI não estão apenas investigando um caso: agem a mando da direção do Magadha Bank e querem usar a conta pessoal e a assinatura de Baskhar para cobrir o rombo antes de uma auditoria. Eles ameaçam a família dele e exigem que assine documentos de transferência para devolver o dinheiro à empresa de fachada de Harsha, de modo que os livros do Katari Bank pareçam sem inadimplência.

Baskhar, sentado em uma cadeira de escritório, fala olhando para a frente

Baskhar finge cooperar como eles exigem, mas a conta decisiva já está fechada, e os documentos assinados sob coação não têm o efeito que eles queriam. As pistas que ele enviou antes ao Banco Central da Índia também começam a surtir efeito, e os investigadores passam a seguir a rede financeira de Harsha Mehra e a direção do Magadha Bank.

O final

No dia seguinte, Vinod e Rajbir descobrem que o plano de transferência perdeu o efeito, enquanto a investigação do Banco Central da Índia expõe ao mesmo tempo a fraude de Harsha e a divisão de lucros com a direção do banco. A direção corrupta do Magadha Bank é presa, o império financeiro de Harsha desmorona e Baskhar não fica parado esperando que joguem a culpa sobre ele.

Baskhar e Sumathi sorriem sentados nos bancos da frente de um carro

Com a ajuda dos contatos que Anthony já tem nos Estados Unidos e das antigas relações de Prahalad, Baskhar compra antes um hotel em Boston e leva a família para fora da Índia com um visto de investidor. No fim, o filme mostra que Baskhar e a família continuam vivendo com fartura nos Estados Unidos. Ele enriquece explorando as brechas do sistema bancário e do mercado de ações, e também se retira da armadilha antes de a fraude maior ser exposta. Quem tentou jogar toda a culpa sobre ele acaba arrastado para a investigação pela própria ganância.

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Uma família se abraça com força dentro de casa

Baskhar e Sumathi conversam olhando um para o outro em um ambiente interno