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Estação de Seul

Zumbis saem da periferia e chegam ao centro de Seul: resumo completo do enredo e do final da animação Estação de Seul, em que Hye-sun, Ki-woong e Suk-gyu se procuram dentro da zona isolada até o reencontro no apartamento que revela a farsa.

Título

Estação de Seul

서울역

Ano / Duração

2016 · 92 minutos

Gênero

Animação / Terror / Catástrofe

Direção

Yeon Sang-ho

Roteiro

Yeon Sang-ho

Avaliação

Elenco

Shim Eun-kyung (voz de Hye-sun), Ryu Seung-ryong (voz de Suk-gyu), Lee Joon (voz de Ki-woong)

Prêmios

10º Asia Pacific Screen Awards: Melhor Longa de Animação

Estação de Seul
Ao pôr do sol, um idoso com o pescoço sangrando está parado na beira da rua Uma mulher de vestido listrado e uma mulher mais velha caminham por um beco à noite A mulher de vestido listrado está entre várias pessoas de uniforme e roupas comuns Dois homens de costas para a câmera olham a cidade à noite do alto Uma área de emergência manchada de sangue, com várias pessoas em pé Numa rua à noite, duas pessoas se afastam de uma ambulância tombada
Aviso de spoilers: O texto a seguir conta a história inteira, as reviravoltas e o final. Você pode pular pelos capítulos até a parte que quer relembrar.

Estação de Seul (서울역) é uma animação sul-coreana para adultos escrita e dirigida por Yeon Sang-ho, com Shim Eun-kyung, Ryu Seung-ryong e Lee Joon dublando os personagens principais. O filme estreou na Coreia do Sul em 18 de agosto de 2016, tem 92 minutos de duração e se passa na primeira noite de uma epidemia de zumbis ao redor da Estação de Seul. Ele também recebeu o prêmio de melhor longa de animação no 10º Asia Pacific Screen Awards.

Em 10 de outubro de 2026, o filme tinha nota 6,1 no IMDb (9.086 votos). No Rotten Tomatoes, todas as 24 críticas profissionais registradas são positivas, e o índice de pipoca do público é de 39%. A diferença entre a avaliação da crítica e a reação do público comum é grande.

O ferido ignorado perto da estação

No fim da tarde, um morador de rua idoso com o pescoço sangrando chega perto da Estação de Seul. Ele cambaleia no meio da multidão sem receber ajuda e acaba caindo dentro da estação. Outro morador de rua vê o ferimento e pede socorro por toda parte, mas, quando volta, o idoso não está mais onde estava. O homem segue o rastro e encontra o idoso já transformado em um infectado agressivo. A epidemia se espalha rapidamente pelos arredores da estação.

Ao pôr do sol, um idoso com o pescoço sangrando está parado na beira da rua

Depois de fugir da vida controlada por outras pessoas, Hye-sun mora perto da Estação de Seul, num lugar barato, com o namorado Ki-woong. Os dois estão sem dinheiro, e Ki-woong publica fotos de Hye-sun na internet para atrair clientes, querendo que ela volte à prostituição. Hye-sun recusa, discute com ele e sai sozinha. Na rua, a multidão logo se dispersa em fuga por causa dos infectados, e ela é arrastada para o caos.

Uma mulher de vestido listrado e uma mulher mais velha caminham por um beco à noite

Infectados dentro da delegacia

Hye-sun acompanha alguns sobreviventes e foge para uma delegacia, onde todos se escondem na cela de detenção. Um policial chega a controlar a situação com uma arma, e o celular de Hye-sun cai durante a confusão, o que a deixa sem contato com Ki-woong por um tempo. O policial que tinha sido mordido antes pede reforços e começa a passar mal. Em seguida, ele vira um infectado e ataca os outros no espaço apertado.

A mulher de vestido listrado está entre várias pessoas de uniforme e roupas comuns

Ao mesmo tempo, Suk-gyu, um homem que diz ser pai de Hye-sun, entra em contato com Ki-woong por meio do anúncio de programa na internet e exige que ele o leve até ela. Quando os dois voltam ao apartamento, descobrem que a senhoria está infectada e só conseguem subir ao telhado pela janela do banheiro. Suk-gyu manda Ki-woong distrair os infectados lá embaixo enquanto ele vai buscar o carro, e depois os dois continuam procurando Hye-sun.

Dois homens de costas para a câmera olham a cidade à noite do alto

A ambulância rumo ao hospital tomado

A tropa de choque chega como reforço e atrai os infectados que estavam do lado de fora da delegacia. Hye-sun e um morador de rua mais velho aproveitam para sair da cela e entram numa ambulância. A equipe ainda não percebeu o tamanho da epidemia e se prepara para levar os feridos ao hospital. Hye-sun pega um telefone emprestado, liga para Ki-woong e combina de se encontrarem no hospital.

Uma área de emergência manchada de sangue, com várias pessoas em pé

O morador de rua mais velho percebe que o hospital está lotado de infectados e, em pânico, tenta impedir que a ambulância avance. Ele agarra o volante, e o veículo capota. Hye-sun e ele saem do carro e fogem para as instalações do metrô. Quando Suk-gyu e Ki-woong chegam ao hospital, veem que ele também foi tomado. Em seguida, encontram a ambulância tombada e continuam a perseguição seguindo as pistas.

Numa rua à noite, duas pessoas se afastam de uma ambulância tombada

A barricada improvisada no fim do túnel

Hye-sun e o morador de rua mais velho avançam pelo túnel do metrô. Ki-woong liga de novo, e o som da conversa dos dois chama a atenção dos infectados que estão por perto. Um grupo de sobreviventes à frente os recebe numa barricada improvisada, feita de entulho, que segura por algum tempo os infectados que vêm atrás.

Um homem e uma mulher de costas para a câmera, num túnel de metrô escuro

Várias pessoas reunidas dos dois lados de uma barricada improvisada cheia de equipamentos

Logo todos percebem que o outro lado também não tem saída. Uma grande tropa de choque já bloqueou as saídas e trata a confusão dentro da zona isolada como um motim. Suk-gyu e Ki-woong chegam ao cordão de isolamento e tentam explicar que Hye-sun ainda está lá dentro, mas não conseguem permissão para passar.

Canhões de água e infectados ao mesmo tempo

Quando os encurralados pedem para sair, a tropa de choque usa canhões de água para impedir que a multidão passe pela barreira. O morador de rua mais velho conta a própria situação e tenta escalar para fora da zona isolada, mas é atingido a tiros por soldados que acabam de chegar. O exército lança bombas de fumaça sobre a multidão, e nesse momento os infectados rompem a defesa do outro lado. Os sobreviventes ficam presos entre dois ataques.

Muitos policiais de choque e veículos blindados bloqueiam a rua à noite

Hye-sun escapa da multidão no meio do caos e entra num apartamento-modelo vazio. Ela diz a Ki-woong onde está e adormece dentro do apartamento, de cansaço. Ki-woong finalmente chega e leva Suk-gyu junto para dentro, achando que vai promover o reencontro entre pai e filha.

O final

Assim que vê Suk-gyu, Hye-sun diz de imediato que ele não é o pai dela, e sim o cafetão de quem ela fugiu. Suk-gyu mentiu sobre ser o pai para se aproximar de Ki-woong, com o objetivo de levar Hye-sun de volta e cobrar uma suposta dívida. Antes disso, ele também já tinha ficado com o dinheiro do falecido pai de Hye-sun. Hye-sun se esconde num quarto, e Ki-woong pega uma faca para tentar impedir Suk-gyu.

Uma mulher de camiseta regata está parada junto à porta de um banheiro

Suk-gyu toma a faca e mata Ki-woong. Depois, alcança Hye-sun, bate nela, a derruba e tenta estuprá-la. Hye-sun vai perdendo a reação, e Suk-gyu começa a fazer massagem cardíaca nela. É então que ele nota que o pé dela tem arranhões feitos por infectados.

Um homem segura uma faca e imobiliza outro homem pelo pescoço

Hye-sun logo se transforma em infectada, avança sobre Suk-gyu e o mata. Quando a câmera deixa o apartamento, Ki-woong já está morto no chão. Dentro da zona isolada, os infectados continuam devorando os sobreviventes, e a epidemia em Seul não para com a morte dos três.

Uma mulher de olhos injetados de sangue mostra os dentes